Hoje tivemos uma conversa no trabalho sobre a diferença entre meninos e meninas.
Li um texto de um pai numa revista (no mês dos pais!) que falava sobre isso.
Segundo ele (preciso procurar a revista.....)
No sábado fomos a uma festinha de um amigo do César, tinha uns 12 meninos e umas 4 meninas, uma irmã do aniversariante.
Os meninos jogaram PS2, assistiram Homem-Aranha, Transformers. Estavam a mil! E tem uns mais agitados que os outros.
Aí a mãe do aniversariante resolveu dar uma pausa na programação dos meninos para que as meninas tivessem sua chance. Rolou o XSPB7! As meninas dançaram um monte, na maior calma, na maior graça. Um amor!
E os adultos em volta, inclusive eu e o Paulo, pois o Artur, nada bobo, estava no meio delas!
O Paulo vira para mim e diz: "Como é diferente!"
Pois é! Nós temos dois meninos, que não param. Brincam de luta (sim, o Artur já faz isso, e já machucou o rosto numa dessas brincadeiras!), correm, pulam, agitam a beça.
Menina, em geral, pois toda regra tem sua exceção, é mais calma, mais tranquila.
Os meninos são pura aventura, não tem medo de nada, são kamikases.
Eu fui escolhida para ser mãe de dois meninos.
Meu maior receio é que eles não liguem para mim quando crescerem.
Que não tenha lugar para uma mãe preocupada e zelosa nesse mundo tão cheio de aventuras e riscos dos meninos.
Sempre que vejo um jovem com um mãe, abraçando-a, conversando com ela, vejo que isso não é algo inatingível.
Eu procuro seguir as dicas do pai, sou democática, respeito o limite e o jeito de cada um.
E agora estou vivendo um dilema, o César está agarrado em mim e o Pai já chegou a dizer que estou comprando-o. Ah eu fiquei tão chateada.
Eu não quero tomar o lugar dele, não quero que meus filhos gostem mais de mim.
Eu só tento ser uma boa mãe. Só quero que meus filhos se tornem homens felizes e saudáveis.
Ser do sexo oposto dos filhos é díficil para uma mãe. Eu não cresci e não vivi os dilemas de menino. Eu sou menina, oras!
Meu marido tem esse pró a seu favor, cresceu como menino. Tem muitas coisas que ele entende de cara que eu não entendo. Mas procuro me adaptar. Procuro entender, leio, me informo, converso com outras mães.
Eu faço o que posso!
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