quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Viagem aos EUA! O retorno 10 anos depois!

Estamos, a família toda, em preparação para ir aos EUA ano que vem!
Serão 10 anos de casados!
O César quer voltar lá!
Já tiramos passaportes, já compramos passagens, já marcamos burocraticamente as férias nos respectivos trabalhos.
Mas hoje li uma coisa que mexeu comigo e explicou uma parte da melancolia que senti quando voltei aos EUA em maio.
'Não volte aos lugares onde você foi feliz: você não está mais lá'
Eu fui muito feliz nos EUA. Lógico que passei momentos tristes e difíceis, mas muito feliz lá.
Muito.
Mas uma coisa é verdade: as pessoas mudam, os lugares também. A Urbana que vamos futuramente visitar não é a que vivenciamos. A "nossa" Urbana tinha os nossos amigos, os nossos acontecimentos, as nossas vivências. Tudo lá agora é diferente.
Vai ser doído, mas vai ser bom ver como Deus age sempre de maneira certa.
A gente tinha que ir.
A gente tinha que viver lá.
A gente tinha que voltar.
Agora vamos voltar e ver como fomos abençoados e ainda somos, pois estamos voltando...

Post muito legal do Blog da Mme. Mean

Aqui, ó: prestenção.
Vamos pôr uns pingos nos is. Quem cuida de você é você mesmo. Não, não é ninguém mais. Não, não é responsabilidade dos outros, não é dever alheio, não é nem mesmo uma obrigação moral de quem quer que seja. Quem cuida de você é você mesmo. E o outros cuidam de si. Podem, eventualmente, também cuidarem de você, mas este é um ato discricionário, livre, desvinculado e não obrigatório. Portanto, não espere que os outros cuidem de você. Quem cuida de você é você mesmo. Quem coloca você em primeiro lugar é você. Sim, você pode ser altruísta e legal e querido e mimoso e despreendido e fofo e tudo e tals e colocar o outro em primeiro lugar. Tudo bem, é lindo, mas não ache que se você faz isso tem o direito de exigir o mesmo tratamento. Não tem. Não tem não. Quem cuida de você é você mesmo. Como corolário lógico desta premissa, quem cuida do outro é ele mesmo. Portanto, se o outro está cuidando dele mesmo, ele não está sendo egoísta, filho da puta, mesquinho, bobo, mau, chato e feio. Não. Nananinanão. Ele está sendo humano e fazendo o que deveria fazer. Nada de fazer chantagem como o outro. “Eu fiz tanto por você e agora você...” Não. Nada disso. Fez porque quis. Fez porque achava bom. Fez porque lhe fazia bem fazer. Se fez para obter algo em troca, se fez esperando retribuição, bah, meu amigo, lascou-se. Altruísmo por definição é fazer o bem, não ver a quem e não encarar isso como um fundo de ações. Aprenda que quem cuida de você é você. Aprenda a cuidar de você. Aprenda a resguardar-se, a dizer as coisas claramente, a dizer NÃO, não quero, não tenho vontade, não vai rolar. Sinceridade. Diga isso sem culpa, ou dor, ou remorso, ou peso. Diga isso sabendo que está cuidando de você e que não está fazendo nada além da sua obrigação. Sim, concordo que o que faz o mundo melhor e mais palatável são as coisas que a gente faz pelos outros e as coisas que os outros fazem por nós, assim, de livre e espontâneo amor. Certo. Mas isso é o brinde, isso é o plus a mais, isso é o bônus, o fru-fru, o chantilly, o diferencial, o point, o balangandã, o tchans. O normal e esperado é outra coisa. Repita comigo: quem cuida de você é você mesmo. Isso. De novo. Mais uma vez. Boniiiiito.

Eu quero....

Aleatoriamente, sem ordem de preferencia:
*Emagrecer. Eita 2 quilos difíceis de perder!
*Dormir. Tô no débito há muito tempo nesse quesito.
*Voltar a malhar. Estou realmente sentindo falta! Mas ainda não tomei coragem.
*Fazer uma limpeza de pele. Está um horror!
*Alisar o cabelo. Idem ao item anterior.
*Voltar às boas com o marido, sair para jantar. Estamos cada um na sua!

Meninos!

Hoje tivemos uma conversa no trabalho sobre a diferença entre meninos e meninas.
Li um texto de um pai numa revista (no mês dos pais!) que falava sobre isso.
Segundo ele (preciso procurar a revista.....)
No sábado fomos a uma festinha de um amigo do César, tinha uns 12 meninos e umas 4 meninas, uma irmã do aniversariante.
Os meninos jogaram PS2, assistiram Homem-Aranha, Transformers. Estavam a mil! E tem uns mais agitados que os outros.
Aí a mãe do aniversariante resolveu dar uma pausa na programação dos meninos para que as meninas tivessem sua chance. Rolou o XSPB7! As meninas dançaram um monte, na maior calma, na maior graça. Um amor!
E os adultos em volta, inclusive eu e o Paulo, pois o Artur, nada bobo, estava no meio delas!
O Paulo vira para mim e diz: "Como é diferente!"
Pois é! Nós temos dois meninos, que não param. Brincam de luta (sim, o Artur já faz isso, e já machucou o rosto numa dessas brincadeiras!), correm, pulam, agitam a beça.
Menina, em geral, pois toda regra tem sua exceção, é mais calma, mais tranquila.
Os meninos são pura aventura, não tem medo de nada, são kamikases.
Eu fui escolhida para ser mãe de dois meninos.
Meu maior receio é que eles não liguem para mim quando crescerem.
Que não tenha lugar para uma mãe preocupada e zelosa nesse mundo tão cheio de aventuras e riscos dos meninos.
Sempre que vejo um jovem com um mãe, abraçando-a, conversando com ela, vejo que isso não é algo inatingível.
Eu procuro seguir as dicas do pai, sou democática, respeito o limite e o jeito de cada um.
E agora estou vivendo um dilema, o César está agarrado em mim e o Pai já chegou a dizer que estou comprando-o. Ah eu fiquei tão chateada.
Eu não quero tomar o lugar dele, não quero que meus filhos gostem mais de mim.
Eu só tento ser uma boa mãe. Só quero que meus filhos se tornem homens felizes e saudáveis.
Ser do sexo oposto dos filhos é díficil para uma mãe. Eu não cresci e não vivi os dilemas de menino. Eu sou menina, oras!
Meu marido tem esse pró a seu favor, cresceu como menino. Tem muitas coisas que ele entende de cara que eu não entendo. Mas procuro me adaptar. Procuro entender, leio, me informo, converso com outras mães.
Eu faço o que posso!

Um mês sem dar as letras por aqui!

Já fiquei muito tempo sem escrever.
Mas desta vez passou um mês.
Acho que porque o fim de ano está chegando?
Não, não, eu estava escrevendo um relatório muito importante. Será que ficou bom? Nem sei, tô esperando a resposta. Mas fiz o que eu podia.
Em casa, muito, mas muito mais da mesma rotina cheia de novidades, programas, etc.
Festinhas, passeios, saída com as crianças.
O Artur está falando tudo, tudo. Naquela fase de repete tudo que alguém fala. Coisa mais linda!
Êta fase boa!
O César está numa fase "in love with mom and dad is so jealous!." Tudo é a Mamãe para ele.
Ai Deus, o que eu faço????
Esse último mês teve competição de natação do César, aniversários de crianças e de adultos, tipo 3 programas no mesmo dia. Dia das crianças (churrasco e festa o dia inteiro), circo, pastel, idas ao shopping. A mãe, estressada, já deu piti umas duas vezes. O chefe anda meio pegando no pé, o marido ficou doente.
Eu ando cansada. Eu ando carente!
E tenho estado gripada já há 3 semanas.
E hoje ainda li quem cuida de você é você mesmo.
Nossa eu queria fazer muito isso, mas não está dando tempo.
Eu tenho 2 filhos, casa, trabalho. Meu marido acha que eu não faço nada. Que não posso reclamar de nada. Que o que eu faço é fichinha. Qualquer um faz! Pois é, qualquer um...
Eu sei tudo o que os meninos fazem, compro presente para as festas. Lembro que dia tem o que na escola. Compro remedio, colirio. Pago as contas. Faço o orçamento (juro gasto muito, mas tô me esforçando!). Olho geladeira, olho armário. Arrumo brinquedo. Administro empregada. Pergunto dos filhos, se comeram, se dormiram, se brincaram.
Gente eu sei que não posso reclamar, o Paulo ajuda muito, muito mesmo, lava louça, cozinha, dá banho nos meninos, busca na escola, faz tudo comigo.
Mas eu tô cansada! Se tenho motivo ou não, eu não sei.
Tô cansada, tô brigando demais com o marido, acho que as coisas não estão bem no meu casamento. A gente não se entende, temos brigado por tudo.
Reconheço que cansei mesmo.
E o pior é que no curto prazo não estou vendo solução!