sexta-feira, 18 de maio de 2007

Medo, Terror e Pânico

Esta semana foi movimentada!
O fato de ter ficado uma semana fora fez com que eu tivesse um monte de coisas para colocar em dia. E passasse por várias surpresas e percalços. Coisas no trabalho, arrumação em casa, etc.
Na segunda o Artur fez uma das suas artes. Ele pegou meu relogio e minha correntinha com meus pingentes de filhos, logo na hora em que acordou, e saiu com eles pela casa. Eu, ainda cansada da viagem, dormi mais um pouco e acordei em cima da hora para sair para o trabalho. Saí correndo, com o relógio reserva. Na hora do almoço pedi às minhas auxiliares que procurassem pelos meus objetos perdidos. Quando ligo à tarde para saber da figura, vem a notícia. O pequeno tinha me visto no domingo jogando uns papéis numa sacola (lixo) e jogou meus preciosos pertences lá, no lixo. Junto com as alças novas da mamadeira. Ainda bem que elas atinaram de procurar no lixo antes de jogá-lo fora.
Na quarta-feira fiquei apavorada. Quitamos o financiamento do carro no final de abril e tínhamos que enviar uma papelada para fazer a transferência de propriedade. Eu tinha que dar conta do recibo do pagamento antecipado. Fui procurar no sítio do banco e não achei. Pensei, está em casa. À noite fui procurar, não achei.
Literalmente bateu o pavor e eu até comecei a brigar com o Paulo, antes dele começar a brigar comigo. Liguei para o meu pai, porque para o Paulo estávamos no sal, não íamos consegir novo recibo. Quando estou no telefone com o papai, relaxo e consigo me lembrar onde está o recibo. No trabalho. UFA!!! Alívio, eu não perdi o troço
Ontem o Paulo colocou a papelada no correio.
Hoje, sexta-feira, venho para o trabalho, pensando que vou ter um dia tranquilo.
Mas sexta-feira é sempre o dia que as pessoas resolvem desmarcar presença no evento que estou organizando, e hoje não foi diferente!
Estou aqui esperando para colocar alguém no lugar.
Realmente, eu mudei muito. Se fosse na época dos meus vinte anos, eu estaria apavorada, nervosa, ansiosa, provavelmente chorando.
Mas filhos, EUA e alguma maturidade depois mudam muita coisa.
Estou calma, escrevendo no blog.
Salve minha vida balzaquiana!

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